Trouxe da Islândia um cansaço nos sacos lacrimais e descrença marcada a roxo nas pálpebras. Não observou vulcões. A aridez gélida perdurava muito além de qualquer sentido, para lá da camarata, sob um sol breve e improvável.
Trabalhou nas obras para um domínio, acreditando que uma face de mulher se desvaneceria. Quando as máquinas se sustinham, ouvia vozes e ouviu as aves lúgubres forçando-o a voltar com metade das prestações do carro por pagar.

24/1/2005