Doces olhos observavam uma estranheza, dança no convés, dança sobre as águas, observavam os que se davam as mãos e sorriam para a fotografia, sorriam com os dentes, com a alma resguardada por detrás dos óculos de sol num dia que amanhecera enevoado mas depois se iluminara.
28/7/2004
28/7/2004

